Jan282009
Não chove, não venta, não pensa!
Não chove, para lavar a alma. Não venta, para levar embora.
Bebo, e não evapora por meus poros junto com o alcóol.
Corro, e em gota alguma de suor que cai em solo duro,se mistura a alma.
Quanto mais procuro forma não encontro o jeito.
Quanto mais insisto em dar, retorna.
Toma sua noite então e dorme a ela.
Espera na janela em vão. Quem dera houvesse
partida sem chegada e estivessem meus pés sem
tua estrada e ainda a vida sem ser minha morada e a breve
despedida fosse a última lágrima.
Bebo, e não evapora por meus poros junto com o alcóol.
Corro, e em gota alguma de suor que cai em solo duro,se mistura a alma.
Quanto mais procuro forma não encontro o jeito.
Quanto mais insisto em dar, retorna.
Toma sua noite então e dorme a ela.
Espera na janela em vão. Quem dera houvesse
partida sem chegada e estivessem meus pés sem
tua estrada e ainda a vida sem ser minha morada e a breve
despedida fosse a última lágrima.
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